logo pro blog

7 de dez de 2008

The handstand

Saímos para treinar no outro final de semana e tiraram essa foto, como sou fã de paradas de mão, fiquei contente de ter uma foto registrando isso, é tão difícil eu conseguir uma foto de alguma coisa!

Já ganhei e perdi a habilidade de fazer parada de mãos várias vezes, mas ultimamente tenho treinado excessivamente, trabalhando na subida controlada, e no equilíbrio. Tenho conseguido manter até um tempo bem razoável, mas ainda controlo o corpo flexionando os cotovelos, então a não aparenta tão perfeita como deveria ser. working on it!

Abraços!

5 de dez de 2008

Eu acredito em elitismo.


Em um treino, várias pessoas trabalham juntas, mas de forma separada. Cada um depende tanto de si mesmo quanto dos amigos ao lado. A sinergia faz com que o esforço coletivo se transforme em energia para todos, um treino com 5 pessoas é capaz de gerar uma energia capaz de motivar até o mais preguiçoso dos sedentários a chegar ao fim das tarefas mais complexas que podemos ser submetidos, isso não é um mérito pessoal, isso é a força do grupo.

Treinar com várias pessoas, com alguém no seu ouvido insistindo para que você melhore, é mais do que o cenário de treino dos mais comuns que encontramos por ai. Mesmo assim vemos pessoas que desistem, e pessoas que continuam. Desses que continuam, muitos estão sendo motivados apenas pelo coletivo, e uma minoria absurda são os que estendem esse seus treinos para fora do treino coletivo, ou que treinam isoladamente sem treinamentos coletivos, esses são os que eu chamo de Elite.

Me recusei a acreditar que existia uma elite por muito tempo. Sempre achei que seria gerar um grupo de pessoas melhores do que as outras, e menosprezar o resto. Hoje em dia, penso de forma diferente, a Elite que falo são os sobreviventes, nos não desistentes, e os que conseguem se auto-motivar. Não temos como negar, nem todos são iguais. Pessoas com a mesma realidade, mesma qualidade de vida, tendem a ser mais dedicados e motivados do que outro. O que acorda 3 horas da manhã para correr na solidão do frio da madrugada é um clássico exemplo de membro de uma elite de guerreiros que são uma diferença nítida dos que se negam a se esforçar o minimo pelo que fazem.

Treinar sozinho é uma arte, poucos são os que conseguem sair, e treinar sem que não tenha ninguem acompanhando. Cada esforço, cada pensamento pode ser sempre sobreposto pelo desejo e a facilidade de voltar para casa e se acomodar no sofá diante da televisao. A verdadeira batalha de lutar contra sua vontade é que reina nessa hora, e os que conseguem ganhar. São parte dessa elite.